28 fevereiro 2010

Santiago Maior 0-3 Redondense


Jogou-se na tarde de Domingo no Campo António Ramalho nas Pias a 15ª Jornada da Divisão de Honra em jogo que pôs frente a frente o Santiago Maior e o Redondense.

O Redondense alinhou de início com Luís Marques; Carlitos, Tracanas, Batalha, Renato; Almerindo, Luís Curado, Farrapa; Manuel do Carmo, Marono e Fradinho.
No banco estavam João Carlos, Ricardo Salvador, Fábio Salvador, Alexandre Matos, Varela, Zé Sousa e Ferrão.

O jogo começou praticamente com o golo do Redondense, logo no primeiro minuto, a bola chega a Manuel do Carmo que de primeira e sem deixar a bola cair no chão remata cruzado e forte sem hipótese para o guarda-redes local. Aos 5 minutos novo golo do Redondense, desta vez foi Carlitos que faz bom trabalho na direita, cruza para a área onde aparece Fradinho a empurrar para o fundo da baliza. A partir daí o Santiago Maior equilibrou mais a partida e dispôs ainda de algumas boas ocasiões de golo, numa delas aos 30 minutos, após um canto batido na direita, aparece um jogador a cabecear ao poste da baliza de Luís Marques. Ainda antes do intervalo Paulo Sousa viu-se forçado a fazer uma substituição devido a uma indisposição de Batalha. Entrou para o seu lugar Varela.

A segunda parte começou debaixo de um temporal tremendo, um dilúvio. Caíam relâmpagos nas imediações do campo, mas o arbitro continuou com o jogo. Nos 25/30 minutos que durou a chuva intensa pouco se jogou, no entanto o Santiago Maior dispôs de uma ou duas boas ocasiões de golo mas sem perigo para a baliza de Luís Marques. Quando a chuva parou o Redondense veio de novo para a frente e foi aos 80 minutos que Manuel do Carmo ia para a baliza e foi rasteirado em falta, grande penalidade assinalada. Manuel do Carmo chamada a converter não falhou, estava feito o resultado final. Na segunda parte entraram ainda Ricardo Salvador e Zé Sousa. Boa arbitragem de Pedro Ramalho, no entanto pode-se pôr a questão até que ponto foi ético jogar nas condições climatéricas dos primeiros 20 minutos da 2ª parte.

Texto e fotografia de Ricardo Siquenique.